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Trabalhar 4 horas por dia e dormir 8 horas por noite pode ser o segredo para melhorar o rendimento

 

A vida moderna segue o oposto do que sugerimos no título: é constante a pressão para trabalhar cada vez mais e dormir cada vez menos. Entretanto, o caminho para sermos mais produtivos, saudáveis e sustentáveis – e, assim, mais felizes – passa por uma mudança que exige a adoção de novos hábitos e percepções, que devem focar nos resultados e não nas pressões. Com isso, vários benefícios podem ser percebidos na nossa saúde pessoal e profissional.

A abundância da tecnologia carrega inúmeras possibilidades, que disputam pela nossa atenção e competem com o tempo. Nos esforçamos para realizar uma grande quantidade de tarefas em um curto período, o que torna comum pensarmos que dormir é um desperdício. Junto a isso, a era digital mudou as atitudes comportamentais e as relações sociais, de tal forma que, muitas vezes, ocupam e prejudicam as horas de sono. Conforme a pressão do binômio tecnologia/sobrecarga aumenta, passamos a prolongar o trabalho e dormir menos, a fim de que se alcance o sucesso. A ciência, contudo, tem comprovado que esse não é o melhor processo a ser seguindo.

Diversas pesquisas de neurociência têm frequentemente concluído que o ideal é uma média de 8 horas por dia de sono para cada indivíduo adulto – sem distinção de idade ou gênero. Dormir menos tem consequências no nosso desempenho cognitivo, afetando o ritmo de trabalho e a saúde. A falta de sono reduz as habilidades de concentração e, por conseguinte, intensifica a dispersão. Com tantos danos ocasionados, por que as pessoas que dormem menos não percebem a nocividade desse hábito? A resposta está ligada à capacidade de adaptação do corpo humano, nos fazendo acreditar que está tudo bem quando, na verdade, não está. Portanto, precisamos para estarmos acordados de verdade.

Em uma sociedade mecânica e operacional, como era na época da Revolução Industrial, as pessoas trabalhavam 8 horas por dia. Essa realidade não funciona na era digital e do conhecimento, uma vez que as funções cognitivas são extremamente relevantes para uma boa produtividade e sua eficiência difere do ideal mecanicista. Estudos comprovam que o trabalho intelectual não se mantém no mesmo nível de eficiência por mais de 4 horas e, consequentemente, a criatividade é perdida depois desse tempo. O segredo da produtividade intelectual é, então, focar na constância de se fazer sempre um pouco por dia, sem estender a jornada de trabalho. Experimente e sinta os resultados.

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