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Saber cuidar de seus filhos é saber cuidar de sua empresa

Cuidar dos filhos e gerenciar seus funcionários pode ser mais parecido do que você imagina. A princípio essa frase pode parecer meio estranha, provavelmente dita por um workaholic, mas não. Diversas experiências com os pequeninos podem ser adaptadas e utilizadas no ambiente de trabalho de uma forma bem simples.


A primeira coisa é saber cuidar de si mesmo. Nenhuma família ou empresa funciona bem se o líder estiver debilitado de alguma forma. Em casa, durante os primeiros anos da criança, noites mal dormidas e falta de tempo para lazer começam a se tornar repetitivos.O mesmo vale para o ambiente de trabalho. Essa exaustão pode chegar pelo excesso de necessidades jogado nas costas do chefe por seus funcionários. É importante ajudar os empregados, porém é necessário conhecer seus próprios limites. Saiba dividir bem as suas tarefas e de seus funcionários, para não exigir demais de nenhuma das partes.
A rotina é outro ponto fundamental nessa comparação. Quanto mais uma criança aprende sobre a rotina da casa, mais independente ela fica. Para isso acontecer, é necessário encontrar um equilíbrio. Nada de rigidez abusiva ou liberdade excessiva. Quanto aos funcionários, é preciso entender com qual ritmo cada um trabalha. A partir disso, é possível prever comportamentos. Observar a rotina deles no trabalho dá a capacidade de entender onde eles têm um desempenho abaixo do esperado e, então, poder apontar uma mudança de atitude.
Essa observação também vai fazer com que o chefe conheça melhor a personalidade de cada um de seus funcionários. É preciso lembrar que pessoas sempre são diferentes. Cada funcionário terá dificuldades diferentes e trabalhará com você de forma distinta. Uns são mais ‘carentes’, precisam ser reconhecidos após completarem tarefas. Outros são mais independentes e não necessitam dessas aprovações cotidianas.
Durante o crescimento, as crianças começam a tomar atitudes novas, assumir riscos. E elas fazem isso porque sabem que seus pais estarão lá para ajudá-las caso algo dê errado. O mesmo acontece em uma empresa. Se os funcionários tiverem mais confiança em seu chefe e terem a consciência de que ele estará lá para dar o apoio necessário, eles se permitirão assumir mais riscos, assumir novas tarefas e saírem da bolha que se encontravam. A empresa tem apenas a ganhar com isso.
Um dos pontos mais fundamentais é o feedback. Quando uma criança faz algo errado, ela deve ser repreendida. Mas essa repreensão não pode vir com um simples “não!” ou “você está errado!”. A criança precisa entender porque ela agiu de forma errada e como ela deve mudar para não repetir o erro. Com o funcionário a questão é parecida. Não se pode esperar que ele tenha uma visão reveladora de como consertar seus erros. Quando ele está trabalhando de forma errada, o chefe precisa explicar direito onde ele errou e como deve mudar.

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