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Presentear a equipe de trabalho é uma ótima forma de aproximação e de demonstrar reconhecimento

 

                Com as datas comemorativas do fim de ano chegando, várias empresas distribuem presentes a seus colaboradores. Contudo, existem algumas regras para que a lembrança seja, de fato, considerada agradável. O Portal Infomoney conversou com Bernardo Entschev, presiente da De Bernt Entschev Human Capital, sobre o que se deve ou não fazer no momento de presentear a equipe.

                Segundo Bernardo, entregar um presente para um colaborar é uma forma de participar, mesmo que indiretamente, das festividades das pessoas. “O chefe não estará na ceia com a família e nem deve, por ser muito particular, mas é uma maneira de a empresa participar desse momento”, pontuou.

A ideia de presentear os colaboradores pode vir tanto do setor de Recursos Humanos da empresa como dos gestores de cada departamento. Isso não implica que, caso a empresa dê uma lembrança para todos os funcionários, os chefes diretos não poderão presentear seus subordinados diretos.

                Entschev expõe que a lembrança dada pelo chefe é um modo de agradecer aos profissionais pelo desempenho realizado ao longo do ano. Se você tem o papel de liderança em seu trabalho, não se esqueça de que os presentes têm de ser iguais para toda a equipe. Para os funcionários, Entschev recomenda que não deem nada a seus superiores, visto que há a possibilidade de esse gesto ser mal interpretado pelos outros. O presente para o chefe só deve ser dado se for em nome de todo o grupo.

                Os presentes mais comuns a serem entregues pelas empresas a seus parceiros são cestas de Natal, panetones e itens como pen-drives, agendas, canetas, blocos de papel e mochilas. Em relação às cestas, é importante que não sejam com produtos diferentes e nem muito simples ou sofisticadas, já que a ideia é contentar a todos. As organizações costumam imprimir sua logomarca nos presentes, como no caso das mochilas.

                O amigo-secreto normalmente acontece nessa época. O especialista destaca que quem não participa da brincadeira é, não raro, adjetivado de antipático. Pode ser realizado com toda a empresa ou apenas com pessoas do mesmo setor. A brincadeira visa à confraternização entre os colegas. Uma boa estratégia para minimizar a possibilidade de brigas é o estabelecimento de um valor máximo e mínimo do presente: “Todos devem concordar com este valor”, afirma Entschev.

                Quem aderir à brincadeira deve escolher, preferencialmente, três opções do que gostaria de ganhar e que sejam compradas facilmente. “Hoje, existem sites que são muito democráticos, é possível trocar bilhetes e conversar com o outro, sem que ele saiba que é você”, acrescentou Entschev. As regras são as mesmas para o funcionário que tirou o chefe (que deve ter bom senso e não escolher produtos caros). A fim de que ninguém saia chateado e fique com algo que não gostou, a dica é que o presente possa ser trocado.

 

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